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Equipe

Aline Silva da Costa Lopes

Graduada em geofísica pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN em 2017, com especialização em Geofísica Marinha.

Concluiu o mestrado em 2021, pelo Programa de Pós-Graduação em Geodinâmica e Geofísica da UFRN na área de Geologia Marinha, com a dissertação “Mapeamento Geomorfológico e Sedimentológico da Plataforma Interna de Baía Formosa – Litoral Oriental do Rio Grande do Norte”.

Atualmente está em processo de conclusão do curso de graduação em Geologia pela UFRN, especializando-se em sedimentologia e estratigrafia.

Atuou como pesquisadora no projeto Avaliação da Influência do radônio Transportado pela evapotranspiração das Árvores de Floresta Equatorial na Formação de Aerossóis Atmosféricos nos Arquipélagos de Fernando de Noronha, de São Pedro e São Paulo e Atol das Rocas, coordenado pelo Dr. Thomas Campos nas expedições 516 e 538 em 2019, pelo programa ProArquipélago – CIRM , Marinha do Brasil.

Foi estagiária na empresa de Processamentos de dados sísmicos CImaGeo, de fevereiro de 2023 à julho de 2023.

Débora Everly de Alcântara Barbosa

Graduação em Geofísica Bacharelado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte em 2017, atuando em Processamento de Dados Sísmicos de Alta Resolução.

Possui curso Técnico em Tecnologia da Informação pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte em 2018, atuando na área de Tecnologia da Informação nos 4 anos seguidos, ascendendo ao cargo de Quality Assurance. Também possui pós graduação lato sensu em Engenharia de Software pela UniAmérica em 2022.

Atua com Processamento de Dados Sísmicos desde 2022 e cursa Mestrado no Programa de Geodinâmica e Geofísica pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte desde 2024, trabalhando com Interpretação de Dados Sísmicos.

Felipe Zumba Amorim

Formado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte em 2006.

Em 2009 obteve o título de Mestre em Ciência e Engenharia do Petróleo com ênfase em geofísica de prospecção de petróleo, em especial no tratamento de sinais e redução de ruídos, na Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal – RN – Brasil: “Atenuação de Ruídos Coerentes Utilizando Decomposição em Modos Empíricos”.

Auxiliou na criação e foi sócio da empresa de processamento sísmico “Centro Potiguar de Geociências – CPGeo”, onde permaneceu como geofísico de processamento por seis anos, atuando no controle de qualidade de dados sísmicos de reflexão, elaboração de relatórios de controle de qualidade e de processamento, processamento sísmico de dados 2D e 3D das bacias do Solimões, do Acre, do Parnaíba, Potiguar, do Recôncavo, do São Francisco e do Paraná, no Brasil.

Auxiliou na criação da Central de Imageamento Geofísico – CImaGeo em 2013, da qual é sócio, onde atua até o momento como processador de dados sísmicos de reflexão, iniciando os trabalhos com o processamento sísmico de dados terrestres de bacias da República do Sudão e processamentos teste na bacia terrestre do Tucano Sul e marítimas da Foz do Amazonas e do Jequitinhonha no Brasil.

Maria Carolina de Sousa Soares

Em 2021, formou-se como técnica em informática no Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN).

Durante o IFRN, foi pesquisadora científica entre os anos de 2019 e 2020 com a pesquisa voltada aos estudos dos dados abertos, controle social, inovação cívica e desenvolvimento da plataforma Dados Livres. A pesquisa foi o seu trabalho de conclusão de curso no qual garantiu a nota máxima de aprovação em sua formação técnica.

Como pesquisadora participou de um dos maiores programas de incentivo à cultura científica entre jovens do ensino médio, a Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (FEBRACE) sediada na Universidade de São Paulo (USP), em 2021.

Fez parte do programa Youth Brasil, em 2020 e 2022, uma iniciativa do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) junto ao Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) que promove a participação de jovens na governança da Internet.

Graduando o Bacharel em Ciências e Tecnologia na Universidade do Rio Grande do Norte (UFRN), com as principais áreas de interesse: ciência, sociedade e computação.

Gabriel de Almeida Araújo

Formado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte em 2006.

Em 2009 obteve o título de Mestre em Ciência e Engenharia do Petróleo com ênfase em geofísica de prospecção de petróleo, em especial no tratamento de sinais e redução de ruídos, na Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal – RN – Brasil: “Atenuação de Ruídos Coerentes Utilizando Decomposição em Modos Empíricos”.

Auxiliou na criação e foi sócio da empresa de processamento sísmico “Centro Potiguar de Geociências – CPGeo”, onde permaneceu como geofísico de processamento por seis anos, atuando no controle de qualidade de dados sísmicos de reflexão, elaboração de relatórios de controle de qualidade e de processamento, processamento sísmico de dados 2D e 3D das bacias do Solimões, do Acre, do Parnaíba, Potiguar, do Recôncavo, do São Francisco e do Paraná, no Brasil.

Auxiliou na criação da Central de Imageamento Geofísico – CImaGeo em 2013, da qual é sócio, onde atua até o momento como processador de dados sísmicos de reflexão, iniciando os trabalhos com o processamento sísmico de dados terrestres de bacias da República do Sudão e processamentos teste na bacia terrestre do Tucano Sul e marítimas da Foz do Amazonas e do Jequitinhonha no Brasil.

Formado em Sistemas de Informação pela Universidade Potiguar (UnP) em 2010.

Em 2011 iniciou o curso de mestrado em Ciência e Engenharia do Petróleo na Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal – RN – Brasil.

Em 2009 ingressou, auxiliou na consolidação e foi sócio da empresa de processamento sísmico “Centro Potiguar de Geociências – CPGeo”, onde permaneceu até meados de 2013, atuando como Analista de Sistemas e suporte de informática aos técnicos da Empresa, no desenvolvimento de softwares de processamento e controle de qualidade de dados sísmicos de reflexão, na elaboração de relatórios de controle de qualidade e no processamento sísmico de dados 2D e 3D das bacias do Solimões, do Acre, do Parnaíba, Potiguar, do Recôncavo, do São Francisco e do Paraná, no Brasil.

Em 2013 auxiliou na criação da Central de Imageamento Geofísico – CImaGeo, da qual é sócio, onde atua até o momento como Analista de Sistemas, suporte de hardware e de software, desenvolvimento de aplicativos para processamento sísmico, e controle de qualidade de dados de campo. Atua também como processador de dados sísmicos de reflexão, iniciando os trabalhos com o processamento sísmico de dados terrestres de bacias da República do Sudão e processamentos teste na bacia terrestre do Tucano Sul e marítimas da Foz do Amazonas e do Jequitinhonha no Brasil.

Wander Nogueira de Amorim

Formado em Geologia pela Universidade de Brasília (UnB) em 1979.

Ingressou na Petrobrás em 1980 em Salvador – Bahia – Brasil.

Trabalhou por dois anos em equipe sísmica e processamento sísmico terrestre.

Obteve o título de Doutor em Geofísica pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) em 1985, com a tese “CÁLCULO DAS CORREÇÕES ESTÁTICAS ATRAVÉS DO PRINCÍPIO DA TOMOGRAFIA”.

Atuou como pesquisador da Petrobrás no Centro de Pesquisas Leopoldo A. Miguez de Mello (CENPES) por seis anos, nas áreas de processamento sísmico e desenvolvimento de aplicativos para aumento da resolução sísmica e aumento da Razão Sinal/Ruído.

Foi professor da cadeira “Correções estáticas” por mais de 20 anos na Universidade Petrobrás.

Foi consultor Ad-hoc do Ministério da Ciência e Tecnologia do Brasil por cinco anos.

Durante mais de vinte anos atuou como intérprete para a Petrobrás. Interpretação regional, com o objetivo de avaliação de blocos, estudos regionais de bacias e estudos do comportamento da crosta continental da Costa Brasileira e oeste da África, interpretação exploratória para posicionamento de poços de petróleo.

Auxiliou na criação de Empresa de processamento sísmico, onde atuou no treinamento dos Geofísicos, parametrização do processamento, análise e controle da qualidade do processamento, gerenciamento e contato com clientes e desenvolvimento de aplicativos para expansão da banda de frequências dos dados sísmicos, tanto para as Baixas, quantos para as Altas frequências, onde permaneceu por seis anos, de onde saiu para auxiliar na criação da CImaGeo.

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